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MapazzPara psicólogos que atendem por conta própria

Ferramentas Estratégicas e de Gestão Para Psicólogos

Ferramentas gratuitas

Comece com os números que você já sabe.

Escolha uma pergunta do seu dia a dia. Pode aproximar os valores para começar.

Sem cadastroSem precisar de planilha

Tempo e renda

Quanto seu trabalho rende por hora?

Veja o que entra por todo o tempo de trabalho, incluindo o que faz fora das sessões.

2 a 3 valores para começar

Comparar repasses

Convênio, plataforma ou particular: o que compensa?

Compare o que recebe em dois cenários. Volume, tempo e gastos entram só se você souber.

2 valores para começar

Planejar o mês

Sua agenda consegue pagar suas contas?

Traduza uma meta mensal em sessões pagas e veja se cabe nos horários que quer oferecer.

2 a 4 valores para começar

Horários sem pagamento

Quanto as faltas custam ao seu consultório?

Conte apenas horários antes agendados que ficaram sem pagamento ou recuperação paga.

2 valores para começar

Fechar o mês

O que sobrou do seu trabalho no mês?

Separe o que entrou, os gastos do trabalho e o que levou para uso pessoal.

1 a 3 valores para começar

Acompanhar divulgação

Quanto custa cada primeiro atendimento?

Veja o custo por primeiro atendimento pago. Não precisa conhecer todas as etapas do marketing.

1 a 3 valores para começar

Seus dados são utilizados apenas nos cálculos e não são armazenados ou enviados pelas ferramentas.

Privacidade e limites dos cálculos

Como usar os resultados

Estas ferramentas gratuitas ajudam a analisar decisões de gestão com cálculos e simulações. O resultado depende dos dados preenchidos, do período escolhido e das premissas de cada modelo. Confira os valores: erros ou informações incompletas podem mudar a interpretação.

Dinheiro recebido, gastos do trabalho, retirada pessoal e reserva são conceitos diferentes. Alguns custos, condições de recebimento, oscilações e particularidades podem ficar fora do cálculo. Um mês positivo não garante sustentabilidade. Hipóteses e projeções não são resultados observados.

As ferramentas não garantem renda, pacientes, faturamento ou retorno publicitário. Não realizam avaliação psicológica nem produzem diagnósticos clínicos ou financeiros definitivos. Apoiam sua análise; não substituem análise contábil individualizada ou assessoria jurídica e tributária. Decisões relevantes precisam considerar o contexto profissional.

Responsabilidade profissional

Na Psicologia, considere a qualidade e continuidade do cuidado, acordos, contratos e sigilo. A comparação de modalidades não orienta desvio de pacientes ou interrupção de atendimentos. Os cálculos de faltas não estabelecem penalidades. A análise de anúncios não recomenda medo, urgência artificial, promessas de cura ou garantia de resultados.

Privacidade

Os dados informados são utilizados apenas para realizar os cálculos no seu navegador. As ferramentas não armazenam nem enviam os valores preenchidos. Ao atualizar a página, essas informações são descartadas. Não insira dados de pacientes. Para saber como o site trata dados de navegação, consulte a Política de Privacidade.

Os resultados são estimativas para apoiar suas decisões de gestão. Para entender como cada resultado foi calculado, utilize a opção “Conferir a conta e os dados usados”.

Guia prático · Mapazz

Como usar cada calculadora na prática.

Este guia de calculadoras para psicólogos ajuda a entender o valor do trabalho por hora, comparar convênio, plataforma e particular, planejar a agenda, acompanhar faltas, fechar o mês e avaliar gastos em anúncios. Abra a orientação que quer consultar: ela explica os campos, a conta e como usar o resultado nas decisões do consultório.

Três cuidados para começar bem

  • Olhe para o mesmo período.Use entradas, gastos e atendimentos do mesmo mês ou do período escolhido. Separe valores já recebidos dos que ainda estão a receber.
  • Comece com o que sabe.Pode aproximar. Deixe campos opcionais vazios quando não souber; preencha 0 somente quando o valor realmente for zero.
  • Confira antes de decidir.Leia a explicação junto do resultado e abra “Conferir a conta e os dados usados” para ver o que entrou no cálculo.

Quanto seu trabalho rende por hora?

Inclua o trabalho que acontece fora das sessões.

Preencha assim

  1. Some o dinheiro que entrou do trabalho no mês: particular, convênios e plataformas. Use o repasse que ficou com você.
  2. Estime as horas semanais de atendimentos, registros, mensagens, administração, estudo e divulgação. Se já tiver o total do mês, informe-o nos detalhes: ele substitui a estimativa semanal. Considere o mesmo trabalho das entradas informadas.
  3. Informe os gastos profissionais, incluindo impostos pagos à parte. Não repita taxas já descontadas dos repasses.
  4. Acrescente o aporte em reserva, se souber, para ver o disponível após separar esse dinheiro. A reserva é uma destinação do saldo, não uma despesa do trabalho.
  5. Informe as sessões pagas se quiser comparar a média recebida por sessão com o resultado por hora.

Exemplo fictício

Entraram R$ 8.000. Os gastos foram R$ 2.000 e o aporte em reserva foi R$ 500. Neste exemplo, informe 110 no campo “Sabe o total de horas do mês?”, incluindo atendimentos e as demais tarefas do trabalho.

Saldo antes da reserva: R$ 6.000 ÷ 110 ≈ R$ 54,55/h.
Disponível após a reserva: R$ 5.500 ÷ 110 = R$ 50/h.

O destaque mostra o saldo por hora antes da reserva. O disponível após separar a reserva aparece à parte. Ambos consideram todo o tempo informado, não apenas as sessões.

Entenda os campos e o resultado

Entradas / recebimentos
Dinheiro do trabalho que efetivamente entrou no mês. Valores que ainda serão pagos ficam fora desse total.
Repasse
Valor que fica com você após as taxas já descontadas por convênio ou plataforma. Se a sessão vale R$ 100 e há retenção de R$ 20, o repasse é R$ 80.
Gastos profissionais
Pagamentos para manter o trabalho, como sala, sistemas, parcela profissional da internet e impostos pagos à parte. Despesas pessoais e taxas já descontadas do repasse ficam fora deste campo.
Horas totais de trabalho
Tempo das sessões somado ao tempo de registros, mensagens, administração, estudo profissional e divulgação. Conte cada atividade uma vez.
Aporte em reserva
Dinheiro novo separado naquele mês para necessidades futuras, como férias ou imprevistos. Se já havia R$ 5.000 guardados e você acrescentou R$ 500, o aporte é R$ 500.
Sessões pagas
Quantidade de sessões correspondentes aos recebimentos informados. Quatro sessões pagas de um mesmo paciente contam como quatro sessões.

Como a conta é feitaEntradas menos gastos formam o saldo antes da reserva; esse saldo dividido por todas as horas trabalhadas mostra os reais por hora (R$/h). Descontar também o aporte mostra o disponível após a reserva. A média por sessão é entradas divididas pelas sessões pagas.

Use o resultado na prática

Observe o que consome tempo fora dos atendimentos. Escolha uma tarefa para organizar melhor e compare o mês seguinte, preservando o tempo necessário ao cuidado e ao descanso.

Na leitura: sem informar gastos, a conta é antes dessas despesas; sem horas maiores que zero, não há resultado por hora. Repasses atrasados podem distorcer a relação entre dinheiro recebido e trabalho feito naquele mês.

Convênio, plataforma ou particular: o que compensa?

Compare repasse, volume, gastos e tempo.

Preencha assim

  1. Escolha as modalidades A e B e informe quanto fica com você por sessão paga, após as taxas já retidas.
  2. Abra os detalhes para acrescentar sessões pagas de cada cenário no mesmo mês. Use quantidades próprias para A e B.
  3. Inclua gastos e horas totais se quiser comparar o saldo e o retorno por hora. Se as modalidades coexistem, distribua gastos compartilhados sem duplicá-los.
  4. Confira o prazo de repasse. Um valor maior recebido depois pode exigir mais caixa para pagar as contas atuais.

Exemplo fictício

A: 80 sessões a R$ 70, com R$ 900 de gastos → saldo de R$ 4.700.

B: 40 sessões a R$ 180, com R$ 1.200 de gastos → saldo de R$ 6.000.

Diferença de saldo: R$ 1.300 a mais em B.

B também exige conseguir o volume simulado. A conta não prevê essa procura.

Entenda os campos e o resultado

Modalidades A e B
Duas formas de atendimento que você quer comparar, como convênio e particular. Cada uma pode ter quantidade de sessões, gastos e tempo próprios.
Repasse por sessão
Quanto fica com você em uma sessão paga, após as taxas já retidas. Se os valores variarem, divida o total dos repasses pela quantidade de sessões pagas daquela modalidade.
Volume de sessões pagas
Número de sessões pagas no mês comparado. Conte sessões, mesmo quando várias pertencem à mesma pessoa.
Gastos compartilhados
Despesas usadas pelas duas modalidades, como sala ou sistemas. Se elas coexistem, distribua essas despesas entre A e B; evite descontar o valor integral nas duas.
Horas totais e retorno por hora
Inclua sessões e tarefas relacionadas a cada modalidade. O retorno por hora divide o saldo após gastos por todo esse tempo.
Prazo de repasse e caixa
Prazo é o tempo até o dinheiro chegar; caixa é o dinheiro disponível para pagar as contas. O prazo informado ajuda a interpretar a comparação, mas não é descontado do saldo.

Como a conta é feitaEm cada cenário, repasse por sessão vezes sessões pagas mostra o recebimento estimado. Subtrair os gastos informados mostra o saldo. Quando há gastos e horas conhecidos, saldo dividido por horas mostra o retorno por hora. A diferença exibida é o valor de B menos o de A.

Use o resultado na prática

Teste um cenário possível para você e confira também o tempo exigido e o prazo de recebimento. Use a comparação para planejar mudanças graduais, respeitando contratos e continuidade dos atendimentos.

Na leitura: “B menos A” positivo indica valor maior em B naquele indicador; negativo indica valor maior em A. Só preencher repasses permite comparar uma sessão, sem concluir qual modalidade sustenta melhor o mês.

Sua agenda consegue pagar suas contas?

Transforme a meta mensal em sessões pagas.

Preencha assim

  1. Informe quanto quer que sobre para uso pessoal no mês e o repasse médio por sessão paga.
  2. Acrescente os gastos do trabalho e os horários semanais que quer oferecer, deixando tempo para outras tarefas e descanso.
  3. Nos detalhes, informe a média de sessões pagas por semana, o aporte em reserva e as semanas de atendimento. Ajuste semanas para férias ou feriados.
  4. Se houver gasto adicional por atendimento, inclua-o no campo específico somente quando ele não estiver no total mensal nem tiver sido descontado do repasse.

Exemplo fictício

Meta pessoal de R$ 5.000 + gastos de R$ 1.000, recebendo R$ 200 por sessão paga, sem aporte ou gasto adicional na hipótese.

R$ 6.000 ÷ R$ 200 = 30 sessões pagas no mês.

Ao informar quatro semanas, isso corresponde à média de 7,5 sessões pagas por semana. Não são 30 pacientes diferentes.

Entenda os campos e o resultado

Meta pessoal / retirada desejada
Quanto você quer ter para uso pessoal depois de cobrir os gastos do trabalho e o aporte em reserva. Informe os gastos profissionais nos campos próprios.
Repasse médio por sessão
Média do valor que fica com você em cada sessão paga, após as taxas já retidas. Some os repasses das sessões pagas e divida pela quantidade dessas sessões.
Horários oferecidos e sessões pagas
Horários são os espaços que você disponibiliza na semana; sessões pagas são os atendimentos que geram pagamento. Um horário livre não é uma sessão paga, e um paciente pode ter várias sessões.
Aporte em reserva
Valor que você pretende separar no mês planejado. O total que já está guardado fica fora deste campo.
Gasto adicional por atendimento
Despesa de cada sessão que ainda não entrou nos gastos mensais nem nas taxas retidas, como uma sala cobrada por uso. A conta desconta esse valor do repasse de cada sessão.
Semanas de atendimento
Quantidade de semanas em que pretende atender naquele mês. Sem esse dado, a calculadora usa cerca de 4,33; ajuste a estimativa ao calendário, às férias e aos feriados.

Como a conta é feitaMeta pessoal mais gastos mensais e aporte formam o valor a cobrir. Esse total é dividido pelo repasse médio menos o gasto adicional por sessão. A quantidade necessária é arredondada para cima, porque o pagamento vem de sessões inteiras.

Use o resultado na prática

Compare sessões necessárias, horários disponíveis e sessões realmente pagas. Se a meta não couber, reveja gastos, repasse médio e retirada desejada antes de ampliar sua carga de atendimento.

Na leitura: sem informar semanas, a conta usa cerca de 4,33. A necessidade é arredondada para cima; horários e sessões projetadas, para baixo. Ter horários livres não significa que eles serão ocupados e pagos.

Quanto as faltas custam ao seu consultório?

Conte apenas horários que ficaram sem recuperação paga.

Preencha assim

  1. Escolha semana ou mês e informe o repasse médio que receberia por sessão.
  2. Conte horários antes agendados que ficaram sem pagamento nem recuperação paga.
  3. Exclua faltas pagas, reposições já realizadas e pagas, horários cobertos por outro atendimento pago e horários nunca agendados.
  4. Se souber, informe o total de sessões previstas para ver o peso dessas ocorrências na agenda.
  5. Acrescente o valor realmente recebido para comparar com o potencial. Essa diferença pode incluir atrasos ou outras causas. Ative a repetição anual somente para testar uma hipótese.

Exemplo fictício

Quatro horários sem pagamento ou recuperação, com repasse de R$ 200, em um mês com 80 sessões previstas.

4 × R$ 200 = R$ 800 de recebimento potencial não realizado.

Isso representa 5% do potencial das 80 sessões, usando o mesmo valor médio.

Entenda os campos e o resultado

Repasse médio
Valor médio que ficaria com você por sessão, após as taxas já retidas. Use a média dos atendimentos da semana ou do mês escolhido.
Horários sem recuperação paga
Horários agendados que ficaram sem pagamento, sem reposição já realizada e paga e sem outro atendimento pago no lugar. Uma reposição apenas combinada ainda não é recuperação paga.
Sessões previstas
Total que estava agendado no período, incluindo sessões realizadas e as que não ocorreram. Horários livres que nunca foram agendados ficam fora desse número.
Recebimento potencial
Estimativa do que seria recebido se as sessões previstas fossem pagas pelo repasse médio informado. Não é dinheiro que já entrou nem uma apuração de prejuízo líquido.
Valor realmente recebido
Dinheiro que de fato entrou no período escolhido. A diferença para o potencial pode incluir pagamentos atrasados, além de faltas.
Repetição anual
Hipótese de que o mesmo cenário se repita ao longo de um ano. Não é uma previsão do que acontecerá.

Como a conta é feitaHorários sem recuperação paga vezes repasse médio mostram o recebimento potencial não realizado. O percentual compara esse valor com o potencial de todas as sessões previstas. A hipótese anual repete o equivalente mensal por 12 meses.

Use o resultado na prática

Confira a organização dos agendamentos, os lembretes e a clareza dos combinados. Se uma reposição for realizada e paga depois, atualize a contagem. Compare períodos para observar recorrências administrativas.

Na leitura: o valor é recebimento potencial, sem apurar prejuízo líquido ou definir cobrança. Decisões sobre faltas precisam respeitar acordos e contexto clínico. A simulação anual só representa a hipótese de repetição do cenário.

O que sobrou do seu trabalho no mês?

Separe gastos, retirada pessoal e reserva.

Preencha assim

  1. Some o dinheiro efetivamente recebido do trabalho naquele mês. Deixe recebimentos pendentes fora desse total.
  2. Separe quanto pagou para manter o trabalho e quanto retirou para despesas pessoais.
  3. Nos detalhes, informe o aporte feito em reserva e o total de reserva disponível: são valores diferentes.
  4. Para estimar a cobertura da reserva, informe a necessidade mensal que ela deve cobrir. Vazio usa gastos + retirada, se ambos forem conhecidos.
  5. Informe as entradas do mês anterior para comparar recebimentos. Use meses comparáveis e considere atrasos e períodos com mais ou menos atendimentos, como nas férias.

Exemplo fictício

Entradas de R$ 10.000, gastos de R$ 3.500, retirada pessoal de R$ 5.000 e aporte em reserva de R$ 500.

Saldo após essas destinações: R$ 1.000.

Uma reserva disponível de R$ 17.000 cobriria dois meses de uma necessidade mensal de R$ 8.500, mantendo esse valor.

Entenda os campos e o resultado

Entradas do trabalho
Dinheiro recebido da atividade profissional naquele mês. Valores a receber e dinheiro que já estava guardado ficam fora deste total.
Gastos do trabalho
Pagamentos para exercer a atividade, como sala, sistemas e impostos pagos à parte. Não inclua despesas pessoais nem repita taxas já descontadas dos repasses.
Retirada pessoal
Parte do dinheiro do trabalho destinada às suas despesas pessoais ou familiares. Ela é separada dos gastos necessários para trabalhar.
Aporte em reserva
Somente o dinheiro novo que você guardou naquele mês. Se já tinha R$ 5.000 e guardou mais R$ 500, informe R$ 500 como aporte.
Reserva disponível
Total acumulado e disponível para a necessidade que quer cobrir. No exemplo acima, seria R$ 5.500 se não houve outras movimentações; a conta usa esse total como informado, sem somar o aporte novamente.
Base mensal de cobertura
Valor que a reserva precisaria pagar a cada mês. Se deixar o campo vazio, a conta usa gastos do trabalho mais retirada pessoal quando ambos estão informados.
Variação das entradas
Aumento ou queda dos recebimentos em relação ao mês anterior, em percentual. Esse indicador compara entradas, não o saldo que sobrou.

Como a conta é feitaEntradas menos gastos, retirada pessoal e aporte mostram o saldo após essas destinações. Reserva disponível dividida pela base mensal mostra quantos meses ela cobriria, mantendo aquela necessidade e sem contar com novas entradas.

Use o resultado na prática

Repita o fechamento a cada mês. Se o saldo ficar negativo, identifique se a diferença veio dos gastos profissionais, da retirada, do aporte ou de recebimentos atrasados. Cada causa pede uma decisão diferente.

Na leitura: um mês positivo não confirma sustentabilidade. Considere férias e gastos menos frequentes. O saldo mostrado não equivale ao saldo bancário total nem ao lucro contábil; reserva guardada não é receita do mês.

Quanto custa cada primeiro atendimento?

Relacione o gasto em anúncios aos atendimentos pagos.

Preencha assim

  1. Escolha anúncios já feitos ou simulação. Informe apenas o gasto com a plataforma de anúncios no primeiro campo.
  2. Conte pessoas que vieram desses anúncios e fizeram e pagaram o primeiro atendimento. Conte cada pessoa uma vez; deixe vazio se não souber a origem.
  3. Informe o repasse médio do primeiro atendimento para estimar o recebimento inicial. Nos detalhes, separe os gastos dos atendimentos dos outros gastos da divulgação.
  4. Para entender o caminho até o atendimento, acrescente contatos únicos e primeiros agendamentos desse grupo. Contatos são pessoas, não cliques; agendamento ainda não é atendimento pago.
  5. Acompanhe o mesmo grupo até a mesma data de corte e informe quantos dias isso abrange. Contato, agendamento e pagamento podem ocorrer em meses diferentes.

Exemplo fictício

R$ 1.000 em anúncios e oito primeiros atendimentos pagos, com repasse médio de R$ 200. Os gastos desses atendimentos somam R$ 400 e os outros gastos de divulgação, R$ 200.

R$ 1.000 ÷ 8 = R$ 125 de mídia por primeiro atendimento pago.

Os oito primeiros atendimentos geram R$ 1.600 estimados. Descontando R$ 1.000 de mídia, R$ 400 de gastos dos atendimentos e R$ 200 de outros gastos de divulgação, a diferença fica em R$ 0.

Entenda os campos e o resultado

Gasto em anúncios / mídia
Valor pago à plataforma que exibe os anúncios, como Meta Ads ou Google Ads. Designer, produção e gestão da campanha entram nos outros gastos da divulgação.
Contatos únicos
Pessoas que chegaram pelos anúncios e entraram em contato. Conte cada pessoa uma vez, mesmo que ela envie várias mensagens. Cliques no anúncio ficam fora dessa contagem.
Primeiros agendamentos e atendimentos pagos
Agendamento é a primeira sessão marcada por alguém desse grupo. Atendimento pago exige que a primeira sessão tenha ocorrido e sido paga. Conte cada pessoa uma vez em cada etapa.
Repasse médio do primeiro atendimento
Média do valor que fica com você por primeiro atendimento pago, após as taxas já retidas. Ela permite estimar o recebimento inicial quando o total recebido não foi informado.
Total recebido do grupo / receita atribuída
Dinheiro recebido das pessoas cuja origem você identificou nesses anúncios, até a data escolhida. Pode incluir sessões posteriores já pagas e substitui a estimativa inicial, sem ser somado a ela.
Gastos dos atendimentos e da divulgação
Informe o total dos gastos ligados aos atendimentos considerados, como sala avulsa, e separe os outros gastos da campanha. Não repita taxas já descontadas dos repasses.
Data de corte
Último dia até o qual você acompanha esse grupo. Use a mesma data para contar contatos, primeiros agendamentos, atendimentos pagos e recebimentos, mesmo que ocorram em meses diferentes.
Conversão
Percentual de pessoas que passou de uma etapa à seguinte: dos contatos para o primeiro agendamento, ou dos agendamentos para o primeiro atendimento pago.
ROAS
Quanto o grupo gerou em recebimentos para cada R$ 1 gasto na plataforma de anúncios. ROAS de 1,6 significa R$ 1,60 recebido por R$ 1 de mídia, antes de descontar os demais gastos.

Como a conta é feitaGasto em mídia dividido pelos primeiros atendimentos pagos mostra o custo de mídia por primeiro atendimento. Recebimentos divididos pelo gasto em mídia mostram o ROAS. Ao subtrair mídia, gastos dos atendimentos e outros gastos da divulgação, a conta mostra o saldo após os gastos informados.

Use o resultado na prática

Observe onde os contatos deixam de avançar: agendamento ou primeiro atendimento pago. Confira disponibilidade, informações administrativas e caminho de contato antes de aumentar o investimento.

Na leitura: o total recebido do grupo, se preenchido, substitui a estimativa inicial e pode incluir sessões posteriores já pagas. O ROAS é recebimentos ÷ gasto em mídia; não demonstra lucro. Simulações não preveem pacientes nem justificam supor continuidade clínica futura.

Na divulgação: siga as normas do CFP e as orientações do seu CRP. Identifique nome completo e registro profissional; não use o preço como propaganda nem prometa resultados clínicos. Preserve o sigilo e evite divulgação sensacionalista. Consulte o art. 20 do Código de Ética.

Os exemplos são fictícios e os valores não são recomendações de honorários. Use somente totais administrativos, sem nomes ou dados clínicos de pacientes. Anote os resultados que quiser comparar: o preenchimento das calculadoras é descartado ao recarregar a página.